Como tornar sua marca amada

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O que faz as pessoas se apaixonarem pelas marcas?

As relações do nosso cotidiano, o consumo a forma das pessoas se conectarem está em constante mudança e a gestão de marcas acompanhada do marketing, deve compreender cada aspecto que tangencia essas mudanças, para que se criem estratégias que consigam envolver e impactar o público.

Foi neste universo que nasceu o termo "Lovemarks" que  foi criado pelo publicitário Kevin Robets, para definir um tipo específico de consumidor que é tão envolvido e apaixonado por uma marca, que mesmo que essa mesma marca cometa alguns deslizes este consumidor não deixará de comprar, consumir e não deixará de amar esta marca, é um tipo de amor além da razão que acontece com diversas pessoas, talvez até mesmo você já tenha passado por isso com alguma marca específica. - Sabe aquela marca que você ama e que não troca por nada? Aquela marca que te faz sentir melhor, com mais poder e muitas vezes até mais segurança. Pois bem, para você essa é a sua "Lovemark". E elas variam de pessoa para pessoa, e atingem os mais diversos setores, como por exemplo os autointitulados Xiominios, que após comprares e entrarem em contato direto com os produtos da marca Xiaomi, não trocam ela por nem uma outra. E esse mesmo movimento acontece com diversas outras, é possível notar que muitas pessoas tem uma marca de sabão em pó favorita e não trocam ela de nem uma forma, por isso as lovemarks são um poderoso combustível para que as marcas se tornem amadas e duradouras.




Para uma marca entrar no status de  Lovemark, é preciso, muito investimento, além de trabalhar estrategicamente a sua marca levando para a estratégia essa necessidade e este desejo da empresa, focando principalmente nos efeitos de médio e longo prazo, afinal nada acontece da noite para o dia, mas trazer essa consciência para o seu branding faz toda diferença no seu modelo de negócio. Um exemplo tradicional e até batido, mas que torna mais fácil compreender e absorver o conceito de lovemark é a relação dos consumidores com a Apple, que construiu sua imagem forte em todos os pontos de contato com o consumidor, estabelecendo uma conexão direta com o cada indivíduo através de vários estímulos como por exemplo: O slogan "Think diferent" que foi introduzido na mente do consumidor, não por ser um slogan atrativo e bonito, mas também porque ele é vivido dentro da marca ele faz parte do DNA da apple, que há tempos não consegue desvincular a imagem de empresa inovadora que foi construída com muita fidelidade por parte da marca. E o um dos pontos que é interessante observar, é que, mesmo com diversos deslizes nos últimos lançamentos, vários problemas que a marca vem enfrentando desde que perdeu Steve Jobs ela conseguiu se manter no status de lovemark.



Criar essa consciência de marca mesmo que seja um processo longo é algo que deve ser feito minuciosamente, analisando os impactos e a resposta a cada estímulo gerado no consumidor, realizando todo o processo de marca de maneira extremamente estratégica, mensurando os resultados e buscando analises de resultados tangíveis e intangíveis da marca, para que este processo tenha de a ação positiva desejada e consiga alcançar o objetivo desejado pela marca.

Além disso, há algo que é importante lembrar: - Toda marca pode atingir o status de lovemark, é claro que é imprescindível ter a clareza do alcance da marca, visto que, uma marca local é diferente de uma marca global, mas as pequenas marcas, assim como as grandes podem ser uma lovemark para seu público.


Alguns insights de consumo para você incluir na sua estratégia

Segundo a pesquisa de consumo focada na Geração Z da Google Consumer Survey, essa geração que é a pós millenials que tem até 24 anos é uma geração menos conectada com as marcas, o que torna ainda mais desafiador impacta-las. Mesmo existindo um desafio grande por parte das marcas é importante observar que essa geração é muito mais colaborativa, ligada em movimentos de causa e inclusão, o que já nos traz uma boa base para compreender seus anseios.
Um exemplo interessante foi a ação realizada pela Starbucks, que criou uma campanha convidando os consumidores a criarem receitas personalizadas. Outro exemplo é a Nike que seguiu a mesma linha, possibilitando o consumidor a criar o seu próprio tênis com a marca.

Outro detalhe importante de ser analisado é que essa geração vem com um grande medo do futuro, nos quais, os principais medos são o de não terem um emprego, ou de não terem um proposito de vida.






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Essa geração lida com essa insegurança de uma forma muito clara. Muitos planejam ter um negócio próprio ou algo que tenha que seja envolvido com o coletivo.



























Para as marcas que desejam se conectar com essa geração, é importante levar em consideração cada aspecto deste comportamento e também buscar a transparência em cada ação realizada.

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